1. No Brasil o torcedor assiste aos jogo de pé. Sentar, só no intervalo. Notável. O meu joelho depois queixa-se, mas notável.

2. A TJP (Torcida Jovem Ponte) é gente fina.

3. O torcedor é louco, pede falta, grita ao seu jogador para partir a perna do adversário, xinga o adversário (e o árbitro, claro está) como ninguém. A violência no discurso é uma constante. O jogo acaba por refletir o pulsar das bancadas. Lamentavelmente, acrescento eu.

4. A estranheza/desconforto de vestir uma camiseta de outro clube que não o Benfica. Foi imediata a sensação, ali no parque onde deixáramos o carro. Os nossos bilhetes tinham desconto para quem levasse camiseta (achamos nós então) e a peça de vestuário é mandatória para quem quer assistir ao jogo no meio da Torcida (soube mais tarde). Lá fui. O desconforto foi dando lugar ao natural. Ao certo.

5. No dia seguinte, ligeira rouquidão. ;)

6. Aliás, não fui o único. Leo, o meu comparsa, corinthiano inquestionável, também gritou (timidamente, mas gritou) os cânticos da torcida pontepretana. Coisa louca aqui no Brasil. Alguém acredita que alguma vez eu iria no estádio José de Alvalade (frente ao Rio Ave, por exemplo), com uma camisa do Sporting e cantaria seja lá o que eles cantam por lá? Pois… Aqui, isso rola. É verdade que o Corinthians e a Ponte Preta tem laços de afinidade, mas ainda assim…

7. O estádio é, isso mesmo, Majestoso.

8. #ESOBEPONTE


§624 · May 10, 2014 · Uncategorized · · [Print]

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