Depois, a somar, é inevitável, vem esta fotografia. E tudo o que ela, sem querer, certamente, representa. Anos de chumbo. Tudo a preto e branco. Até (sacrilégio!) as cores berrantes do Glorioso. Sujeição. Submissão. Antropometria dos costumes. Exposição do Mundo Português. “Fado”. Portugal no seu pior. Porque Eusébio foi esse Portugal. Porque Eusébio foi o … Continue reading Eusébio (leia-se, Benfica), tenho cá a impressão de que as minhas lágrimas por ti apenas rolarão no dia em que Pablito se apagar…
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