§807 · September 22, 2015 · Uncategorized · (No comments) ·


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CARTAZ

§802 · February 23, 2015 · Uncategorized · (No comments) · Tags: ,


2015

Um de janeiro de dois mil e quinze, seis horas e dez minutos, posto oito, praia de Ipanema, Rio de Janeiro.


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(clicar na imagem para desfazer a anamorfose)

§796 · January 1, 2015 · Uncategorized · (No comments) ·





Hélio Smidt / Presidente Dutra / Marginal Tietê


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§788 · December 19, 2014 · Uncategorized · (No comments) · Tags: , ,


§783 · September 28, 2014 · Uncategorized · (No comments) · Tags: , ,


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§775 · August 25, 2014 · Uncategorized · (No comments) · Tags: ,


When the seagulls
[a sip of water]
follow a trawler,
[leaning back, smiling, pausing again]
it’s because they think
[another pause]
sardines
[and another]
will be thrown into the
[slight hesitation]
sea.
[a smile and a quick nod]
Thank you very much.



§754 · July 21, 2014 · Uncategorized · (No comments) · Tags: ,


sulamareica

§746 · July 11, 2014 · Uncategorized · (No comments) · Tags: ,




Neste preciso momento não tive dúvidas. Até este momento, estava temendo o pior. Seria a saída mais inglória possível – como poderia alguma vez esta Holanda cair num gramado pisado por Pedro Proença?! (hás-de ser escroto até morrer…) — mas este remate de Wesley Sneijder levantou o coração laranja. Levantou o mundo. Aqui não tive dúvidas. E tenho testemunhas que afirmei que não ia para prolongamento, Klaas-Jan Huntelaar resolveria nos minutos que restavam. Assim foi.






Sexta-feira passada, ao fazer o programa, tive uma epifania. Esta vai ser a banda sonora do jogo mais logo. Este tema dos loucos Cream Abdul Babar, mais o seu nome sugestivo, vai servir que nem uma luva no Omschakeling e descreve sonoramente o que eu espero que se passe hoje no jogo Holanda vs México. Os primeiros 50 segundos correspondem às duas equipas a ambientarem-se uma à outra e, essencialmente, ao clima. Um calor dos diabos e uma humidade absurda, que ambos os times terão de superar (não esqueçamos que boa parte dos jogadores mexicanos joga na Europa). Dos 0:50 aos 2:15 a Holanda mostra os dentes, acelera e, de ameaça em ameaça, chega ao intervalo a vencer por 2 a 0. Os golos do primeiro tempo estão nas marcas 1:35 e 1:38. Dos 2:18 até aos 2:25 (a marca do intervalo) a seleção mexicana não sabe o que fazer à vida. Durante o início do segundo tempo, até aos 2:50 o México pensa, tenta, ensaia enquanto a Holanda estuda, aguenta, deixa jogar, e, de repente, dos 2:50 aos 3:10 uma nova sucessão de ataques venenosos (mas sem resultado). Daí em diante, durante a maior parte do segundo tempo, o jogo é hipnótico, uma morrinha instala-se, as forças distendem-se. Aos 4:16, do nada, sai novo ataque e novo golo. Não interessa muito saber quem marca, quem faz o passe mortal, quem se desloca, quem executa. Omschakeling afinado. A Holanda vence o México por 3 bolas a 0. E segue para as quartas-de-final.